Você sabe o que é logística? Sabia que uma estratégia logística pode lhe ajudar de forma significativa na redução de custos e contribuir de forma eficiente na melhoria de seus processos operacionais, alavancando suas vendas, tonando sua empresa mais competitiva e dinâmica no mercado?
Em tempos atuais o conceito da logística estratégica é muito utilizada em empresas de grande porte como: montadoras, indústrias , grandes distribuidoras, atacado e varejo e muitas delas necessitam de um departamento especifico para garantir a qualidade dos serviços e satisfação do consumidor final, sendo que a construção de um departamento especifico de logística eleva os custos e na maioria dos casos não há expertise do setor para resolução dos problemas.
Tendo em vista o grande numero de PME´s que fecham suas portas antes do 2° ano de abertura http://www.fiesp.com.br/noticias/taxa-de-mortalidade-das-micro-e-pequenas-empresas-e-menor-em-sao-paulo-na-comparacao-com-brasil/ a Versatile Logística tem como compromisso e obrigação difundir os conceitos da logística empresarial para pequenas empresas através de planejamento, organização e controle efetivo para as atividades de movimentação e armazenagem, estoques que visam facilita o fluxo de produtos e serviços.
Como nossa experiência de mercado e do setor de logística, podemos afirmar que a logística deve estar presente em qualquer modalidade de negócio , principalmente nos pequenos negócios onde a competitividade, agilidade e redução de custos são essências para consolidação da marca e dos serviços.
A Versatile Logística oferece serviços de forma acessível , a empresas que possuem esta carência e que desejam alavancar seu negócio de forma estratégica, venha nos consultar e veja como podemos ajudar a sua empresa a ter uma vida longa.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
Ferrovia Oeste-Leste: Ibama dá licença para avanço de obras
A Licença de Instalação 750/2010 (LI) para o avanço das obras nos lotes 5 e 5A da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) entre Caetité e Bom Jesus da Lapa, com construção de uma ponte de 2,9 km sobre o Rio São Francisco, foi concedida nesta quinta-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O equipamento é a maior ponte ferroviária do País em extensão.
Segundo o Ibama, a licença de instalação, que foi publicada após retificação, autoriza as obras de infraestrutura e de superestrutura ferroviárias necessárias para a implantação da ferrovia. Nem a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., nem o Ibama informaram sobre as soluções dadas para reduzir o impacto ambiental que ocorrerá por causa do aterro que será feito para construção das pontes, em Serra do Ramalho. A Valec ainda aguarda aprovação da obra pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que solicitou novos estudos sobre a sondagem do volume de terraplanagem que será necessária para o trecho.
Condicionantes - Na licença de instalação 750/210 consta que sua validade está limitada ao cumprimento de condicionantes. Entre elas, a de que as obras entre os trechos 5 e 5A somente poderão ser iniciadas após a comprovação de contratação de equipes responsáveis pela Supervisão Ambiental das Obras e execução do Plano Básico Ambiental.
Estão proibidas obras no entorno do reservatório de Ceraima, no município de Guanambi e a instalação de passagens de fauna em vários trechos. Também é condicionante a implantação de 22 programas e subprogramas ambientais.
Prazo - A Valec deverá apresentar num prazo de 120 dias, o Programa de Melhoria de Acessos e Travessias Urbanas, e o seu cronograma de ações.
Diretor executivo da Associação dos Usuários dos Portos da Bahia (Usuport), Paulo Villa avalia que a construção da Fiol foi licitada sem planejamento. Ele explica que o projeto executivo está sendo refeito para ser apresentado ao TCU. "O que tem sido anunciado não tem nada a ver com o que vem de fato acontecendo com a obra. O projeto não foi tornado público para os futuros usuários do sistema, que poderiam colaborar com boas sugestões" , critica.
Paulo Villa acrescenta que a Fiol é uma obra importante, mas só será um via de ligação se unida a outros sistemas de transportes.
Sex, 12 de Julho de 2013 10:26
Fonte: A Tarde
Segundo o Ibama, a licença de instalação, que foi publicada após retificação, autoriza as obras de infraestrutura e de superestrutura ferroviárias necessárias para a implantação da ferrovia. Nem a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., nem o Ibama informaram sobre as soluções dadas para reduzir o impacto ambiental que ocorrerá por causa do aterro que será feito para construção das pontes, em Serra do Ramalho. A Valec ainda aguarda aprovação da obra pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que solicitou novos estudos sobre a sondagem do volume de terraplanagem que será necessária para o trecho.
Condicionantes - Na licença de instalação 750/210 consta que sua validade está limitada ao cumprimento de condicionantes. Entre elas, a de que as obras entre os trechos 5 e 5A somente poderão ser iniciadas após a comprovação de contratação de equipes responsáveis pela Supervisão Ambiental das Obras e execução do Plano Básico Ambiental.
Estão proibidas obras no entorno do reservatório de Ceraima, no município de Guanambi e a instalação de passagens de fauna em vários trechos. Também é condicionante a implantação de 22 programas e subprogramas ambientais.
Prazo - A Valec deverá apresentar num prazo de 120 dias, o Programa de Melhoria de Acessos e Travessias Urbanas, e o seu cronograma de ações.
Diretor executivo da Associação dos Usuários dos Portos da Bahia (Usuport), Paulo Villa avalia que a construção da Fiol foi licitada sem planejamento. Ele explica que o projeto executivo está sendo refeito para ser apresentado ao TCU. "O que tem sido anunciado não tem nada a ver com o que vem de fato acontecendo com a obra. O projeto não foi tornado público para os futuros usuários do sistema, que poderiam colaborar com boas sugestões" , critica.
Paulo Villa acrescenta que a Fiol é uma obra importante, mas só será um via de ligação se unida a outros sistemas de transportes.
Sex, 12 de Julho de 2013 10:26
Fonte: A Tarde
Queda portuária
O porto de Vitória caiu no ranking de maiores movimentações de cargas no país no primeiro trimestre de 2013, segundo dados recém-divulgados pela Antaq (agência de transportes aquaviários).
Com uma queda de 41% em comparação com o mesmo período de 2012, o porto deixou o nono lugar e foi para a 13ª colocação.
Três motivos explicam o cenário, de acordo com a Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo, responsável pela administração).
"A crise europeia afeta muito a nossa atividade, porque o Estado é muito dependente desse mercado", diz o diretor de infraestrutura e operações, Hugo Amboss Merçon.
O porto também está em obras desde 2012, com a ampliação do cais comercial e serviços de dragagem, o que reduziu parte das operações.
Merçon aponta ainda a extinção pelo Senado, no ano passado, de um fundo que apoiava empresas do Estado com operações exteriores.
"Temos observado nos últimos anos um crescimento muito grande da movimentação da indústria e do gás. Por isso, mesmo com a queda, nossa receita financeira tem ficado no mesmo patamar."
Fonte: Folha de S. Paulo
Com uma queda de 41% em comparação com o mesmo período de 2012, o porto deixou o nono lugar e foi para a 13ª colocação.
Três motivos explicam o cenário, de acordo com a Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo, responsável pela administração).
"A crise europeia afeta muito a nossa atividade, porque o Estado é muito dependente desse mercado", diz o diretor de infraestrutura e operações, Hugo Amboss Merçon.
O porto também está em obras desde 2012, com a ampliação do cais comercial e serviços de dragagem, o que reduziu parte das operações.
Merçon aponta ainda a extinção pelo Senado, no ano passado, de um fundo que apoiava empresas do Estado com operações exteriores.
"Temos observado nos últimos anos um crescimento muito grande da movimentação da indústria e do gás. Por isso, mesmo com a queda, nossa receita financeira tem ficado no mesmo patamar."
Fonte: Folha de S. Paulo
terça-feira, 12 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Brasil precisa de R$ 500 bilhões para cobrir atual déficit de infraestrutura
Em seus encontros fechados com empresários e grupos de investidores para expor os projetos de infraestrutura do governo, o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, que faz parte do grupo de técnicos de confiança da presidente Dilma Rousseff, tem deixado as plateias impressionadas com um número colossal: os próximos cinco anos vão exigir de R$ 500 bilhões a R$ 600 bilhões para cobrir o déficit de investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.
Tanto na exposição de Figueiredo na Confederação Nacional da Indústria quanto na Fiesp, ambas realizadas na semana passada, os representantes do setor privado deixaram claro que estão dispostos a participar das concessões e arrendamentos, mas disseram que não têm como cacifar investimentos tão vultosos. Afirmaram em coro que um investimento desse nível só será possível com o apoio do BNDES. Figueiredo concordou com a presença do banco estatal, mas explicou que o governo não pretende jogar todo o peso da conta nas costas do da instituição pública de fomento.
Alguns dos empresários presentes ao encontro em Brasília e em São Paulo argumentaram que, sem o BNDES, o setor privado não assumirá sozinho o encargo pelos projetos. E lembraram que os grandes bancos privados brasileiros não se dispõem a financiar obras de infraestrutura com longo prazo de maturação.
Também disseram a Figueiredo que o retorno com tarifas e pedágios não é suficiente para cobrir custos de grandes projetos de rodovias e ferrovias, por exemplo. O presidente da EPL ouviu atentamente as ponderações, reafirmou que o déficit de infraestrutura do país hoje está em torno de R$ 500 bilhões, mas insistiu que não se pode esperar que o BNDES assuma todos esses riscos. O investimento é grande demais até mesmo para o banco de desenvolvimento, cujo desembolso anual nos anos recentes girou em torno de R$ 100 bilhões.
Figueiredo anunciou que aproveitará o road show dos projetos de infraestrutura que será feito em março em Nova York para visitar Washington, onde tentará convencer o Banco Mundial (Bird) a financiar parte do pacote de infraestrutura. E confirmou que o governo decidiu tornar mais atraentes as condições dos editais de privatização. A taxa de retorno dos projetos de rodovias e ferrovias passará de 5% para 15% e o prazo das concessões e arrendamentos será ampliada de 30 para 35 anos. Com isso, o governo espera tornar o negócio mais seguro e lucrativo.
Diante da cifra recorde de R$ 500 bilhões, a presidente Dilma Rousseff ainda vai decidir se anuncia o pacote de uma tacada só em maio ou o faz de maneira fatiada em quatro blocos, com apresentação em maio, junho, julho e agosto. Todos os editais serão publicados este ano. Uma decisão, porém, já foi tomada: Dilma reativou o Conselho Nacional de Infraestrutura de Transportes (Conit), que terá seis membros do governo, seis do setor privado e seis representantes de trabalhadores. O Conit também será presidido por Bernardo Figueiredo.
Fonte: Brasil Econômico
Tanto na exposição de Figueiredo na Confederação Nacional da Indústria quanto na Fiesp, ambas realizadas na semana passada, os representantes do setor privado deixaram claro que estão dispostos a participar das concessões e arrendamentos, mas disseram que não têm como cacifar investimentos tão vultosos. Afirmaram em coro que um investimento desse nível só será possível com o apoio do BNDES. Figueiredo concordou com a presença do banco estatal, mas explicou que o governo não pretende jogar todo o peso da conta nas costas do da instituição pública de fomento.
Alguns dos empresários presentes ao encontro em Brasília e em São Paulo argumentaram que, sem o BNDES, o setor privado não assumirá sozinho o encargo pelos projetos. E lembraram que os grandes bancos privados brasileiros não se dispõem a financiar obras de infraestrutura com longo prazo de maturação.
Também disseram a Figueiredo que o retorno com tarifas e pedágios não é suficiente para cobrir custos de grandes projetos de rodovias e ferrovias, por exemplo. O presidente da EPL ouviu atentamente as ponderações, reafirmou que o déficit de infraestrutura do país hoje está em torno de R$ 500 bilhões, mas insistiu que não se pode esperar que o BNDES assuma todos esses riscos. O investimento é grande demais até mesmo para o banco de desenvolvimento, cujo desembolso anual nos anos recentes girou em torno de R$ 100 bilhões.
Figueiredo anunciou que aproveitará o road show dos projetos de infraestrutura que será feito em março em Nova York para visitar Washington, onde tentará convencer o Banco Mundial (Bird) a financiar parte do pacote de infraestrutura. E confirmou que o governo decidiu tornar mais atraentes as condições dos editais de privatização. A taxa de retorno dos projetos de rodovias e ferrovias passará de 5% para 15% e o prazo das concessões e arrendamentos será ampliada de 30 para 35 anos. Com isso, o governo espera tornar o negócio mais seguro e lucrativo.
Diante da cifra recorde de R$ 500 bilhões, a presidente Dilma Rousseff ainda vai decidir se anuncia o pacote de uma tacada só em maio ou o faz de maneira fatiada em quatro blocos, com apresentação em maio, junho, julho e agosto. Todos os editais serão publicados este ano. Uma decisão, porém, já foi tomada: Dilma reativou o Conselho Nacional de Infraestrutura de Transportes (Conit), que terá seis membros do governo, seis do setor privado e seis representantes de trabalhadores. O Conit também será presidido por Bernardo Figueiredo.
Fonte: Brasil Econômico
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Exportação via intermediários mais que dobra em seis anos
As exportações via trade companies (TCs) subiram 110,5% de janeiro a agosto entre 2006 e 2012. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as vendas via empresas especializadas passaram de US$ 7.763 milhões em 2006 para US$ 16.344 milhões neste ano. No mesmo intervalo, as exportações brasileiras globais aumentaram 81,7%, implicando ganho de participação das TCs no total das vendas, de 8,8% para 10,2%.
Tendo como base o mesmo período de comparação as compras via TCs ficaram abaixo do nível das suas exportações. As importações dessas empresas cresceram 176,2%, saltando de US$ 1.202 milhões para US$ 3.320 milhões, o que fez elevar sua participação de 2,1% para 2,3% do total importado pelo Brasil.
Especialistas consultadas pelo DCI acreditam que o crescimento da participação das trade companies no comércio exterior brasileiro é justificado pelas vantagens competitivas que essas empresas possuem. Segundo a professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Cristina Helena, essas companhias vendem conjuntamente no exterior, negociando diretamente de empresa para empresa.
A professora explica: "por exemplo, se alguém quer comprar calçados brasileiros, ao invés de vir até aqui [Brasil], que é uma operação muito custosa, essa empresa que quer importar entra em contato com uma TC. É uma facilitadora de negócios". Segundo ela, esse aumento da participação nos últimos anos é explicada exatamente por essas vantagens. "É uma tendência no comércio, os números mostram isso", completou Cristina.
Para, Lilia Miranda, Diretora - Executiva da Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior (Abece), "quando houve a criação das trades o objetivo era que elas facilitassem a comercialização no exterior para empresas que não tinham estrutura para isso, elas são importantes na negociação de produtos, na abertura de mercado e na questão da logística". A especialista completa dizendo que a pauta de exportações desse tipo de empresas tem crescido principalmente nos países asiáticos e árabes o demonstra sua função na busca de potenciais mercados.
2012
De janeiro a agosto deste ano as exportações das empresas especializadas apresentaram em sua pauta a predominância de produtos básicos, que responderam por 85% do valor exportado. No conjunto dos produtos industrializados, os bens manufaturados representaram 10% da pauta e os semimanufaturados, 5%. As exportações chegaram ao total de US$ 16,3 bilhões.
Segundo a professora da ESPM, a comercialização de commodities via trade companies também é proveitosa, pois "em geral é difícil encontrar esse produto com preço diferenciado mas você tem a vantagem de arbitrar o preço ao longo do tempo no mercado. Se o preço não está muito favorável, a empresa especializada tem a capacidade de comprar o produto, estocar e vender por um preço melhor no futuro".
Plano Brasil Maior
Ontem, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Medida Provisória n. 563/12, convertida na Lei n. 12.715/12, que diminui, de 70% para 50% a percentagem das exportações na receita bruta para que uma empresa seja considerada 'preponderantemente exportadora' e possa adquirir insumos nacionais ou importados com suspensão de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). As medidas fazem parte do Plano Brasil Maior.
Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel "com essa medida, o capital de giro das empresas é liberado do recolhimento de impostos, o que abre espaço para o exportador investir mais", disse.
Fonte: DCI
COMTRIN se reunirá para tratar temas da próxima reunião da SGT-5 - Mercosul
A COMTRIN - Comissão Permanente de Transporte Internacional da NTC&Logística, coordenada por Ademir Pozzani, se reunirá no dia 25 de setembro, na sede da NTC, em São Paulo, a partir das 09h30.
Entre os temas previstos na pauta está: sugestão de assuntos para a reunião preparatória da Comissão Segurança Viária – SGT-5 – Transportes – MERCOSUL; cobrança de multas por autoridades Argentinas; fiscalização do Transporte Rodoviário Internacional de Cargas; seguros; relatos das últimas reuniões do CT2 e ANTT, entre outros assuntos.
Fonte: NTC&Logística
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
DHL Express é reconhecida internacionalmente e recebe o ISO 9001:2008
DHL Express, líder mundial em logística expressa, acaba de receber a certificação de gestão de qualidade da ISO, International Standards Organization, para toda a sua rede de logística que contempla centros de serviços, gateways e Hubs, bem como filiais e grupos de apoio em 59 países localizados no continente americano.
A ISO 9001:2008 é a certificação mais utilizada no mundo e reconhece o padrão de qualidade do sistema de gestão. Além disso, reconhece os requisitos regulamentares, processos estabelecidos para monitoramento de serviços consistentes, melhorias de desempenho e satisfação do público final.
Esta não é a primeira vez que a companhia recebe este reconhecimento. Em julho de 2010, a DHL Express recebeu a certificação ISO para todos os 31 países europeus, enquanto as instalações dos EUA foram reconhecidas em dezembro de 2010. De acordo com Joakim Thrane, CEO da DHL Express Brasil, “a certificação ISO é o reconhecimento do excelente trabalho das equipes DHL Express aqui nas Américas e em todo o mundo pois nosso time oferece qualidade insuperável para a nossa base global de clientes. A companhia orgulha-se da qualidade dos serviços, da força de trabalho e atendimento ao cliente."
Para melhor qualidade dos serviços de suporte e satisfação do cliente, a DHL implementou recentemente o “First Choice”. Trata-se de um programa interno que inclui treinamentos e oficinas destinadas para satisfazer ainda mais os clientes da companhia. Como parte da First Choice, todos os funcionários da DHL Express recebem treinamento intensivo no transporte marítimo internacional e requisitos associados, o que lhes concede a certificação como especialistas internacionais, uma distinção da indústria exclusiva para DHL.
Fonte: NTC&Logística, com informações da assessoria de imprensa da DHL
A ISO 9001:2008 é a certificação mais utilizada no mundo e reconhece o padrão de qualidade do sistema de gestão. Além disso, reconhece os requisitos regulamentares, processos estabelecidos para monitoramento de serviços consistentes, melhorias de desempenho e satisfação do público final.
Esta não é a primeira vez que a companhia recebe este reconhecimento. Em julho de 2010, a DHL Express recebeu a certificação ISO para todos os 31 países europeus, enquanto as instalações dos EUA foram reconhecidas em dezembro de 2010. De acordo com Joakim Thrane, CEO da DHL Express Brasil, “a certificação ISO é o reconhecimento do excelente trabalho das equipes DHL Express aqui nas Américas e em todo o mundo pois nosso time oferece qualidade insuperável para a nossa base global de clientes. A companhia orgulha-se da qualidade dos serviços, da força de trabalho e atendimento ao cliente."
Para melhor qualidade dos serviços de suporte e satisfação do cliente, a DHL implementou recentemente o “First Choice”. Trata-se de um programa interno que inclui treinamentos e oficinas destinadas para satisfazer ainda mais os clientes da companhia. Como parte da First Choice, todos os funcionários da DHL Express recebem treinamento intensivo no transporte marítimo internacional e requisitos associados, o que lhes concede a certificação como especialistas internacionais, uma distinção da indústria exclusiva para DHL.
Fonte: NTC&Logística, com informações da assessoria de imprensa da DHL
quinta-feira, 29 de março de 2012
Soja e petróleo seguram exportações no mês
As commodities devem apresentar redução na participação do saldo das exportações deste mês. Essa queda só não é maior porque a soja, principal item do setor agrícola, está com desempenho bem acima do dos anos anteriores.
O bom desempenho da soja é acompanhado também pelo petróleo, outro item de peso nas receitas totais da balança. Já o minério de ferro, item de maior receita, tem queda de 11% em relação ao comportamento de março do ano passado.
Após uma supersafra de soja em 2011, o Brasil acelerou as exportações dos estoques finais do ano passado em janeiro, quando as vendas externas superaram 1 milhão de toneladas.
As vendas da nova safra já começaram e as receitas médias diárias subiram para US$ 120 milhões neste mês, 23% acima das de 2011. A oleaginosa deve garantir boas receitas na balança neste semestre. Os preços externos continuam próximos de US$ 14 por bushel.
Já o café mantém tendência de queda e as receitas deste mês recuaram para a média diária de US$ 33,4 milhões, 19% abaixo das de igual mês de 2011.
A queda no café se deve ao recuo dos preços externos, provocados principalmente pela saída dos fundos de investimento desse produto na Bolsa de Nova York.
Nos próximos meses, o país inicia uma das maiores safras de café a serem colhidas. Algumas estimativas indicam 55 milhões de sacas, mas os preços podem não estar aquecidos como em 2011.
O setor de carnes também não vai bem neste ano. As receitas diárias com as exportações se recuperaram em relação a fevereiro, com alta de 7%, mas ainda são inferiores aos US$ 63 milhões de 2011.
O açúcar também vem perdendo receitas, devido à queda nos preços. As exportações médias diárias caíram para US$ 27 milhões, 33% menos do que no ano anterior.
O setor de fumo é um dos que também seguram as exportações, com aumento de 43% nas receitas deste ano.
Transgênicos A área de soja cultivada com semente transgênica subiu para 21,3 milhões de hectares na safra 2001/12, segundo estimativas da Safras & Mercados.
Acima Essa área supera em 15% a da safra anterior e atinge 85% de toda a produção da oleaginosa.
Líder Mato Grosso, o principal produtor nacional, teve 5,43 milhões de hectares de soja cultivados com sementes transgênicas (78% da área). As maiores concentrações estão na região Sul: Rio Grande do Sul, com 99%, e Paraná, com 89%.
Valor Básico O valor de produção do milho atingiu US$ 76,5 bilhões no ano passado nos Estados Unidos, 18% mais do que em 2010, segundo dados apurados pelo Usda (Departamento de Agricultura dos EUA).
Soja Já o valor de produção da oleaginosa recuou para US$ 35,8 bilhões, com queda de 5% em relação aos valores de 2010.
Permanente O comércio bilateral entre China e África cresce. A China representa 17% das importações africanas, enquanto os africanos participam com 3,8% das compras chinesas.
Commodities A avaliação é do Standard Bank, que diz que a demanda de commodities pela China é duradoura. Já demanda africana por infraestrutura é cativa.
Fonte: Folha de S. Paulo
O bom desempenho da soja é acompanhado também pelo petróleo, outro item de peso nas receitas totais da balança. Já o minério de ferro, item de maior receita, tem queda de 11% em relação ao comportamento de março do ano passado.
Após uma supersafra de soja em 2011, o Brasil acelerou as exportações dos estoques finais do ano passado em janeiro, quando as vendas externas superaram 1 milhão de toneladas.
As vendas da nova safra já começaram e as receitas médias diárias subiram para US$ 120 milhões neste mês, 23% acima das de 2011. A oleaginosa deve garantir boas receitas na balança neste semestre. Os preços externos continuam próximos de US$ 14 por bushel.
Já o café mantém tendência de queda e as receitas deste mês recuaram para a média diária de US$ 33,4 milhões, 19% abaixo das de igual mês de 2011.
A queda no café se deve ao recuo dos preços externos, provocados principalmente pela saída dos fundos de investimento desse produto na Bolsa de Nova York.
Nos próximos meses, o país inicia uma das maiores safras de café a serem colhidas. Algumas estimativas indicam 55 milhões de sacas, mas os preços podem não estar aquecidos como em 2011.
O setor de carnes também não vai bem neste ano. As receitas diárias com as exportações se recuperaram em relação a fevereiro, com alta de 7%, mas ainda são inferiores aos US$ 63 milhões de 2011.
O açúcar também vem perdendo receitas, devido à queda nos preços. As exportações médias diárias caíram para US$ 27 milhões, 33% menos do que no ano anterior.
O setor de fumo é um dos que também seguram as exportações, com aumento de 43% nas receitas deste ano.
Transgênicos A área de soja cultivada com semente transgênica subiu para 21,3 milhões de hectares na safra 2001/12, segundo estimativas da Safras & Mercados.
Acima Essa área supera em 15% a da safra anterior e atinge 85% de toda a produção da oleaginosa.
Líder Mato Grosso, o principal produtor nacional, teve 5,43 milhões de hectares de soja cultivados com sementes transgênicas (78% da área). As maiores concentrações estão na região Sul: Rio Grande do Sul, com 99%, e Paraná, com 89%.
Valor Básico O valor de produção do milho atingiu US$ 76,5 bilhões no ano passado nos Estados Unidos, 18% mais do que em 2010, segundo dados apurados pelo Usda (Departamento de Agricultura dos EUA).
Soja Já o valor de produção da oleaginosa recuou para US$ 35,8 bilhões, com queda de 5% em relação aos valores de 2010.
Permanente O comércio bilateral entre China e África cresce. A China representa 17% das importações africanas, enquanto os africanos participam com 3,8% das compras chinesas.
Commodities A avaliação é do Standard Bank, que diz que a demanda de commodities pela China é duradoura. Já demanda africana por infraestrutura é cativa.
Fonte: Folha de S. Paulo
Primeiros caminhões feitos em Juiz de Fora são entregues a clientes
A Mercedes-Benz apresentou ontem a fábrica de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, agora dedicada à produção de caminhões. A unidade, projetada para produzir até 50 mil veículos/ano, deve montar neste ano 12 mil unidades. As primeiras cinco unidades do Accelo, modelo 1016C, produzidas na nova planta de Juiz de Fora foram entregues nessa semana à FL Logística. Cerca de cem outras unidades de caminhões Accelo já estão sendo entregues pelos concessionários Mercedes-Benz aos clientes finais da marca.
Atualmente, toda a produção dos caminhões Accelo da Mercedes-Benz do Brasil está concentrada na planta de Juiz de Fora. No local, a Empresa também monta o caminhão extrapesado, Actros em sistema CKD - Completely Knocked Down.
Em 2012, o conteúdo nacional dos caminhões Actros montados no Brasil aumentará de forma gradativa. A Empresa prevê concluir esse processo de nacionalização até 2014. Desde o início da produção na unidade mineira, em janeiro, o ritmo de montagem e o volume produzido têm aumentado gradativamente.
A empresa emprega cerca de 800 pessoas na planta e ofereceu treinamento nas técnicas e processos para a fabricação de caminhões, e especificamente, sobre como montar os caminhões Actros.
Cerca de 450 colaboradores participaram de uma temporada de capacitações in loco em São Bernardo do Campo - na maior fábrica de veículos comerciais da América Latina - e outros 45 profissionais foram treinados em Wörth, na Alemanha - unidade do Grupo Daimler, onde são fabricados os caminhões Actros exportados para diversos países.
Estimativa - Vendas. A montadora estima que o país tenha uma demanda 15% menor neste ano de veículos acima de seis toneladas. A estimativa é de venda de 145 mil unidades em 2012, ante os 165 mil em 2011.
Flash - Férias. A Mercedes afirma que ainda dispõe de algumas alternativas para adequar o ritmo da produção com o atual nível de mercado. Na próxima semana, a montadora inicia um período de dez dias de férias coletivas.
Negociação - Empresa quer banco de horas maior. A Mercedes-Benz negocia com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo uma nova fórmula para o banco de horas. A montadora quer ter mais flexibilidade para ajustar a mão de obra ao ritmo da produção. Hoje, a empresa tem negociado com os trabalhadores 120 horas, o suficiente para 15 dias de produção. "No ano passado fomos obrigados a fazer uma sobrejornada por 25 dias e só temos 15. O que precisamos é uma flexibilização maior, tanto para períodos de grande demanda, quanto para os de baixa nas vendas", disse o vice-presidente de operações, Ronald Linsmayer.
Fonte: O Tempo - MG
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Estado do Pará projeta porto em Itaituba
O Governo do Estado projeta para o distrito portuário e industrial de Miritituba, no rio Tapajós, em frente à cidade de Itaituba, uma capacidade de movimentação de carga na ordem de 20 milhões de toneladas num horizonte de dez a quinze anos.
Com pretensão bem mais modesta na fase inicial de operação, a ideia é que comece com um volume de quatro a cinco milhões de toneladas, assumindo, a partir daí, uma trajetória ascendente que, em tese, fará dele um dos maiores terminais de grãos e carga geral do Norte do país.
A informação foi dada ontem, no início da noite, pelo secretário especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa, ao término de um encontro com executivos e representantes de grandes empresas com interesse na região – como Cargill e Cimento Nassau, entre outras –, além de vereadores e empresários de Itaituba.
Do encontro, realizado no Centro Integrado de Governo, participou também a secretária adjunta de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enriquez.
Sidney informou que ficou decidida a realização de um novo encontro, este na própria cidade de Itaituba, no próximo dia 14. Representando o governo do Estado deverão ir a essa reunião, além dele próprio, o secretário de Indústria, Comércio e Mineração, David Leal, e a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Tetê Santos.
Pela manhã, os visitantes e autoridades locais farão uma visita in loco à área do distrito portuário. À tarde, já em companhia de prefeitos e vereadores de municípios da região – Itaituba, Trairão, Novo Progresso e Altamira –, farão um debate sobre a rodovia BR-163.
A ideia, conforme frisou Sidney, é antecipar cenários, tendo em conta o que vai acontecer a partir do momento em que a rodovia estiver completamente asfaltada e com o distrito portuário em operação.
“Nós não podemos pensar apenas no que vai acontecer de bom, sob o aspecto econômico. Isso é importante. Mas é importante antever os possíveis problemas, a fim de preveni-los e minimizar os impactos negativos, tanto na área ambiental quanto no aspecto social”, declarou, fazendo referência ao previsível aumento do fluxo de caminhões na BR-163 e em toda a área de influência do complexo portuário. (Diário do Pará)
Fonte: Diário do Pará
Com pretensão bem mais modesta na fase inicial de operação, a ideia é que comece com um volume de quatro a cinco milhões de toneladas, assumindo, a partir daí, uma trajetória ascendente que, em tese, fará dele um dos maiores terminais de grãos e carga geral do Norte do país.
A informação foi dada ontem, no início da noite, pelo secretário especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa, ao término de um encontro com executivos e representantes de grandes empresas com interesse na região – como Cargill e Cimento Nassau, entre outras –, além de vereadores e empresários de Itaituba.
Do encontro, realizado no Centro Integrado de Governo, participou também a secretária adjunta de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enriquez.
Sidney informou que ficou decidida a realização de um novo encontro, este na própria cidade de Itaituba, no próximo dia 14. Representando o governo do Estado deverão ir a essa reunião, além dele próprio, o secretário de Indústria, Comércio e Mineração, David Leal, e a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Tetê Santos.
Pela manhã, os visitantes e autoridades locais farão uma visita in loco à área do distrito portuário. À tarde, já em companhia de prefeitos e vereadores de municípios da região – Itaituba, Trairão, Novo Progresso e Altamira –, farão um debate sobre a rodovia BR-163.
A ideia, conforme frisou Sidney, é antecipar cenários, tendo em conta o que vai acontecer a partir do momento em que a rodovia estiver completamente asfaltada e com o distrito portuário em operação.
“Nós não podemos pensar apenas no que vai acontecer de bom, sob o aspecto econômico. Isso é importante. Mas é importante antever os possíveis problemas, a fim de preveni-los e minimizar os impactos negativos, tanto na área ambiental quanto no aspecto social”, declarou, fazendo referência ao previsível aumento do fluxo de caminhões na BR-163 e em toda a área de influência do complexo portuário. (Diário do Pará)
Fonte: Diário do Pará
Frigoríficos querem taxa de 30% na exportação de bovinos vivos
Os frigoríficos decidiram abrir fogo contra as exportações de bovinos vivos e pedem ao Ministério do Desenvolvimento a taxação dos embarques em 30%.
Segundo exportadores, a alíquota inviabilizaria totalmente as exportações de bovinos vivos, que somaram US$ 440 milhões em 2011.
Protocolada anteontem, a petição é assinada pela Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne), Uniec (União Nacional da Indústria de Carne) e Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos). No documento, elas afirmam que a exportação de gado em pé é um "retrocesso", pois "faz com que o país deixe de gerar renda, arrecadar tributos e criar empregos".
Também apontam o aumento das exportações de bovinos vivos como uma das razões para a limitação da oferta de boi para o abate nos últimos anos, elevando a capacidade ociosa das indústrias.
O Brasil exportou, no ano passado, 402 mil bovinos vivos, o equivalente a 1% do abate total no país. "Como uma atividade que representa 1% do abate pode prejudicar tanto o setor?", diz Alexandre Carvalho, diretor da Abeg (Associação dos Exportadores de Gado).
Alex Lopes da Silva, analista da Scot Consultoria, diz que a escassez de animais, verificada a partir de 2007, foi motivada pelo intenso abate de matrizes em anos anteriores e não tem relação com a exportação de gado em pé.
"A atividade agrega valor ao pecuarista, que recebe um prêmio para vender o gado para exportação em relação ao valor pago pelos frigoríficos", afirma Silva.
A polêmica está concentrada no Pará, responsável por 95% dessas exportações. No Estado, o gado que é exportado em pé representa de 15% a 20% do abate, segundo Gastão Carvalho Filho, diretor da Boi Branco, uma das principais exportadoras do país. "Com a exportação de boi vivo, apareceu um competidor para a indústria frigorífica, que encontra barreiras para reduzir o preço", diz.
Fonte: Folha de S. Paulo
Segundo exportadores, a alíquota inviabilizaria totalmente as exportações de bovinos vivos, que somaram US$ 440 milhões em 2011.
Protocolada anteontem, a petição é assinada pela Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne), Uniec (União Nacional da Indústria de Carne) e Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos). No documento, elas afirmam que a exportação de gado em pé é um "retrocesso", pois "faz com que o país deixe de gerar renda, arrecadar tributos e criar empregos".
Também apontam o aumento das exportações de bovinos vivos como uma das razões para a limitação da oferta de boi para o abate nos últimos anos, elevando a capacidade ociosa das indústrias.
O Brasil exportou, no ano passado, 402 mil bovinos vivos, o equivalente a 1% do abate total no país. "Como uma atividade que representa 1% do abate pode prejudicar tanto o setor?", diz Alexandre Carvalho, diretor da Abeg (Associação dos Exportadores de Gado).
Alex Lopes da Silva, analista da Scot Consultoria, diz que a escassez de animais, verificada a partir de 2007, foi motivada pelo intenso abate de matrizes em anos anteriores e não tem relação com a exportação de gado em pé.
"A atividade agrega valor ao pecuarista, que recebe um prêmio para vender o gado para exportação em relação ao valor pago pelos frigoríficos", afirma Silva.
A polêmica está concentrada no Pará, responsável por 95% dessas exportações. No Estado, o gado que é exportado em pé representa de 15% a 20% do abate, segundo Gastão Carvalho Filho, diretor da Boi Branco, uma das principais exportadoras do país. "Com a exportação de boi vivo, apareceu um competidor para a indústria frigorífica, que encontra barreiras para reduzir o preço", diz.
Fonte: Folha de S. Paulo
Brasil quer cota flexível para importar do México
| DE BRASÍLIA - Está na mesa de negociação entre Brasil e México a possibilidade de adotar um regime flexível para controlar a entrada de veículos mexicanos: o que for importado além de determinada cota não se beneficiaria do acordo automotivo de 2002 e pagaria imposto normalmente. Após deficit comercial de quase US$ 2 bilhões em veículos com o México em 2011, o Brasil exigiu uma renegociação da parceria, sob pena de rompê-la. Em caso de rompimento, o acordo ainda vigoraria por mais 14 meses. "Essa rodada de negociações é decisiva. O rumo, seja de 'denúncia' [rompimento] ou solução, é previsto para esse encontro", disse o porta-voz do Itamaraty, Tovar Nunes. As reuniões serão retomadas hoje. Para que os veículos do México continuem sem pagar Imposto de Importação, o Brasil quer incluir no acordo caminhões e ônibus, o que tornaria a balança entre os países mais equilibrada. Participaram dos encontros os ministros Fernando Pimentel e Antonio Patriota e a chanceler do México, Patricia Espinosa. Fonte: Folha de S. Paulo |
Manufaturados brasileiros perdem participação em países da América Latina
Os manufaturados têm perdido participação de forma generalizada na exportação brasileira. A redução da fatia dos manufaturados acontece não só nas vendas aos Estados Unidos, como também para países da América Latina, considerados destinos com potencial de crescimento para a venda de industrializados brasileiros.
A Argentina, terceiro maior país de destino da exportação total brasileira, é um exemplo. Em 2007, os manufaturados representavam 93% das vendas de produtos brasileiros para o país vizinho. No ano passado, a fatia caiu para 89,9%.
O Chile e a Venezuela - que, ao lado da Argentina, compõem o grupo dos três principais mercados sul-americanos para o Brasil - seguem a mesma tendência. Em 2007, 64% da exportação brasileira para os chilenos era de manufaturados. No ano passado, a participação diminuiu para 52,7%. Para a Venezuela, a fatia caiu, no mesmo período, de 82,9% para 55,1%. Os dados são da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
José Augusto de Castro, presidente em exercício da AEB, diz que, tradicionalmente, os países da América do Sul, além do México, mantêm participação maior de manufaturados nas compras de produtos brasileiros. A localização geográfica, diz, afeta os custos logísticos e contribui para maior competitividade do manufaturado brasileiro quando o destino está a distância relativamente curta. O problema é que, mesmo nesses destinos, os produtos mais industrializados acabaram perdendo espaço na pauta brasileira.
"Isso é resultado da estratégia de países como a China, que estão entrando de forma mais agressiva em mercados em crescimento", diz Castro. Para ele, uma solução a prazo mais curto seria oferecer a setores com potencial de exportação linhas de crédito específicas para vender a países da América Latina.
O desempenho das vendas de manufaturados aos países da América do Sul acompanhou o recuo dessa classe de produtos na exportação total do país, lembra Castro. Em 2007, os manufaturados representavam 52,25% das vendas externas. Em 2011, a fatia era de apenas 36,05%, de acordo com a classificação de manufaturados do Ministério do Desenvolvimento.
Fábio Silveira, sócio da RC Consultores, diz que a menor representatividade dos manufaturados também em mercados próximos ao Brasil reflete a perda de competitividade dos produtos de maior valor agregado produzidos no país por conta da pressão de custos internos de produção crescentes, como mão de obra e matéria-prima e serviços. Ao mesmo tempo, um patamar de real valorizado em relação ao dólar tira a rentabilidade das exportações e impede que as empresa repasse a pressão de custos para os preços de exportação.
A crise financeira, avalia Silveira, ainda agravou o quadro, porque ajudou a criar um excedente de produtos no mercado internacional, o que aumentou a concorrência, principalmente dos asiáticos, com o produto brasileiro.
"Esse quadro tende a se acirrar mais em 2012 em razão da crise europeia", diz o economista. "E o câmbio deve continuar desfavorável à exportação. Ninguém pode cogitar trabalhar com o dólar a R$ 1,90 ao fim do ano, porque uma desvalorização muito grande do real traria alto risco de inflação."
A expectativa, segundo Silveira, é que haja o fortalecimento da economia doméstica no decorrer do segundo semestre e, a partir daí, a indústria volte a crescer mais, ganhando escala e competitividade. "O que precisa ser feito é uma discussão ampla, com planejamento estratégico que permita elevar a produção industrial e as exportações para cada um dos países."
Rodrigo Branco, economista da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), acredita que, no caso da Argentina, podem ter pesado também as barreiras criadas nos últimos anos, como a demora para a liberação das licenças de importação. Isso, diz ele, afetou as exportações de manufaturados brasileiros.
Para Branco, a perda de competitividade do manufaturado brasileiro tem um exemplo contundente nos EUA, parceiro tradicional no comércio de industrializados. Ele lembra que, enquanto os manufaturados perderam espaço na exportação aos americanos, os básicos avançaram.
Segundo os dados da AEB, os básicos representavam em 2007 19,4% das vendas do Brasil aos EUA. No ano passado, essa fatia subiu para 33,8%. Branco diz que, dentro dos básicos, o petróleo teve avanço importante. "Essa perda de fatia dos manufaturados aconteceu por uma concorrência maior dentro do mercado americano. A crise agravou a situação."
Fonte: Valor Econômico
A Argentina, terceiro maior país de destino da exportação total brasileira, é um exemplo. Em 2007, os manufaturados representavam 93% das vendas de produtos brasileiros para o país vizinho. No ano passado, a fatia caiu para 89,9%.
O Chile e a Venezuela - que, ao lado da Argentina, compõem o grupo dos três principais mercados sul-americanos para o Brasil - seguem a mesma tendência. Em 2007, 64% da exportação brasileira para os chilenos era de manufaturados. No ano passado, a participação diminuiu para 52,7%. Para a Venezuela, a fatia caiu, no mesmo período, de 82,9% para 55,1%. Os dados são da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
José Augusto de Castro, presidente em exercício da AEB, diz que, tradicionalmente, os países da América do Sul, além do México, mantêm participação maior de manufaturados nas compras de produtos brasileiros. A localização geográfica, diz, afeta os custos logísticos e contribui para maior competitividade do manufaturado brasileiro quando o destino está a distância relativamente curta. O problema é que, mesmo nesses destinos, os produtos mais industrializados acabaram perdendo espaço na pauta brasileira.
"Isso é resultado da estratégia de países como a China, que estão entrando de forma mais agressiva em mercados em crescimento", diz Castro. Para ele, uma solução a prazo mais curto seria oferecer a setores com potencial de exportação linhas de crédito específicas para vender a países da América Latina.
O desempenho das vendas de manufaturados aos países da América do Sul acompanhou o recuo dessa classe de produtos na exportação total do país, lembra Castro. Em 2007, os manufaturados representavam 52,25% das vendas externas. Em 2011, a fatia era de apenas 36,05%, de acordo com a classificação de manufaturados do Ministério do Desenvolvimento.
Fábio Silveira, sócio da RC Consultores, diz que a menor representatividade dos manufaturados também em mercados próximos ao Brasil reflete a perda de competitividade dos produtos de maior valor agregado produzidos no país por conta da pressão de custos internos de produção crescentes, como mão de obra e matéria-prima e serviços. Ao mesmo tempo, um patamar de real valorizado em relação ao dólar tira a rentabilidade das exportações e impede que as empresa repasse a pressão de custos para os preços de exportação.
A crise financeira, avalia Silveira, ainda agravou o quadro, porque ajudou a criar um excedente de produtos no mercado internacional, o que aumentou a concorrência, principalmente dos asiáticos, com o produto brasileiro.
"Esse quadro tende a se acirrar mais em 2012 em razão da crise europeia", diz o economista. "E o câmbio deve continuar desfavorável à exportação. Ninguém pode cogitar trabalhar com o dólar a R$ 1,90 ao fim do ano, porque uma desvalorização muito grande do real traria alto risco de inflação."
A expectativa, segundo Silveira, é que haja o fortalecimento da economia doméstica no decorrer do segundo semestre e, a partir daí, a indústria volte a crescer mais, ganhando escala e competitividade. "O que precisa ser feito é uma discussão ampla, com planejamento estratégico que permita elevar a produção industrial e as exportações para cada um dos países."
Rodrigo Branco, economista da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), acredita que, no caso da Argentina, podem ter pesado também as barreiras criadas nos últimos anos, como a demora para a liberação das licenças de importação. Isso, diz ele, afetou as exportações de manufaturados brasileiros.
Para Branco, a perda de competitividade do manufaturado brasileiro tem um exemplo contundente nos EUA, parceiro tradicional no comércio de industrializados. Ele lembra que, enquanto os manufaturados perderam espaço na exportação aos americanos, os básicos avançaram.
Segundo os dados da AEB, os básicos representavam em 2007 19,4% das vendas do Brasil aos EUA. No ano passado, essa fatia subiu para 33,8%. Branco diz que, dentro dos básicos, o petróleo teve avanço importante. "Essa perda de fatia dos manufaturados aconteceu por uma concorrência maior dentro do mercado americano. A crise agravou a situação."
Fonte: Valor Econômico
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Governo argentino anuncia novas regras para importação de produtos
Desde a década de 80 que a Argentina não anunciava regras tão rígidas para a importação de produtos do exterior. Segundo matéria publicada ontem (11), no jornal Clarín, nenhuma companhia poderá importar sem autorização prévia de vários órgãos estatais. Com a resolução, as empresas temem que suas linhas de produção sejam afetadas. As novas regras entram em vigência a partir do dia 1º de fevereiro de 2012.
Para mais detalhes, leia a matéria na íntegra abaixo.
El Gobierno sumó más trabas a los productos importados
A través de una disposición de la AFIP, cualquier pedido de compra al exterior requerirá llenar una declaración jurada y esperar su aprobación antes de ser encargado al extranjero. Las empresas sostienen que afecta las líneas de producción.
Por Martín Bidegaray
Fonte da imagem: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/cmn-autoriza-intermediario-em-exportacao-pela-internet
A través de una disposición de la AFIP, el Gobierno llevó el control de las importaciones un nivel inusitado desde los 80. A partir del 1° de febrero, ninguna compañía podrá importar ni un alfiler extranjero sin la autorización previa de varios organismos estatales .
Anoche, la mayoría de los importadores y despachantes de Aduana tenían más dudas que certezas sobre la nueva resolución oficial. Pero la lectura que hicieron los especialistas es que no podrán traer nada extranjero sin la aprobación de la secretaría de Comercio Exterior , encabezada por Beatriz Paglieri, o la de Comercio Interior, al mando de Guillermo Moreno.
Esta resolución cambia el circuito en el que venían funcionando las importaciones hasta ahora. Para que una empresa pueda planear su producción, primero necesita conocer cuando tendrá sus insumos. Y para eso, requerirá la aprobación de su declaración jurada. Para llegar a esta instancia, necesitan la luz verde de los organismos intervinientes (que ayer no fueron detallados) y luego una comunicación de la AFIP llamada MOA (Mis Operaciones Aduaneras, un servicio Web de AFIP muy usado en comercio exterior).
“Así como está, esto es como aplicarle licencias no automáticas ” (hay que pedir permiso antes de comprar) a todas las importaciones”, explicaron a Clarín desde varios sectores (indumentaria, calzado, petróleo, automotriz, electrodomésticos, bodegas) donde pidieron no ser identificados por temor a generar enojo entre funcionarios, pero existía preocupación al respecto . “La resolución es vaga, le faltan definiciones específicas, pero tiene el potencial de frenar todas las importaciones”, analizaban.
La resolución de AFIP detalla que los organismos estatales se pueden inscribir en estos controles “en función de su competencia en la materia considerando la naturaleza de la mercadería a importar u otras condiciones establecidas por los mismos o por la AFIP”. Así, la secretaría de Comercio podría revisar lo que se le ocurra (desde juguetes hasta autopartes), para cuidar el superávit comercial.
Además de que todo podrá ser revisado, hay dudas sobre los tiempos y ejecutores de esta medida .“La norma no dice nada sobre cuáles serán los organismos competentes para informar la aprobación o negación de una importación”, explicó Martín Clément, gerente general de una firma dedicada al comercio exterior. “Sólo dice que el Sistema María (de Aduana) exigirá el número de las declaraciones juradas anticipadas y verificará que esas declaraciones se encuentren validadas por todos aquellos a los que les corresponda intervenir”, agrega.
Varias empresas prefirieron no hacer comentarios hasta que se conozcan más detalles del sistema . Entre los fabricantes, había algunos atónitos –”no entiendo que están haciendo”–, otros que estaban más alarmados -”se complica todo el proceso productivo”- y hasta algunos que relativizaron el asunto . “Todo depende de cómo lo apliquen. Puede ser un trámite más o un dolor de cabeza”, dijeron.
La AFIP habilitará un micrositio dentro de su página para estas importaciones. En los 80, durante el gobierno de Raúl Alfonsín, rigió la “Declaración Jurada de Necesidad de Importación”. Bernardo Grinspun, por entonces ministro de Economía, la publicó hace 27 años, el 8 de enero de 1985.
La rama industrial de CAME le solicitó a Paglieri que se autorice la “importación de insumos, partes, piezas y materias primas en tiempo y forma a efectos de no interrumpir los procesos productivos que utilizan dichos elementos y que no son producidos localmente”. Tampoco hubo explicaciones adicionales por parte de la AFIP.
Fonte: Clarín.com.ar
Para mais detalhes, leia a matéria na íntegra abaixo.
El Gobierno sumó más trabas a los productos importados
A través de una disposición de la AFIP, cualquier pedido de compra al exterior requerirá llenar una declaración jurada y esperar su aprobación antes de ser encargado al extranjero. Las empresas sostienen que afecta las líneas de producción.
Por Martín Bidegaray
Fonte da imagem: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/cmn-autoriza-intermediario-em-exportacao-pela-internet
A través de una disposición de la AFIP, el Gobierno llevó el control de las importaciones un nivel inusitado desde los 80. A partir del 1° de febrero, ninguna compañía podrá importar ni un alfiler extranjero sin la autorización previa de varios organismos estatales .
Anoche, la mayoría de los importadores y despachantes de Aduana tenían más dudas que certezas sobre la nueva resolución oficial. Pero la lectura que hicieron los especialistas es que no podrán traer nada extranjero sin la aprobación de la secretaría de Comercio Exterior , encabezada por Beatriz Paglieri, o la de Comercio Interior, al mando de Guillermo Moreno.
Esta resolución cambia el circuito en el que venían funcionando las importaciones hasta ahora. Para que una empresa pueda planear su producción, primero necesita conocer cuando tendrá sus insumos. Y para eso, requerirá la aprobación de su declaración jurada. Para llegar a esta instancia, necesitan la luz verde de los organismos intervinientes (que ayer no fueron detallados) y luego una comunicación de la AFIP llamada MOA (Mis Operaciones Aduaneras, un servicio Web de AFIP muy usado en comercio exterior).
“Así como está, esto es como aplicarle licencias no automáticas ” (hay que pedir permiso antes de comprar) a todas las importaciones”, explicaron a Clarín desde varios sectores (indumentaria, calzado, petróleo, automotriz, electrodomésticos, bodegas) donde pidieron no ser identificados por temor a generar enojo entre funcionarios, pero existía preocupación al respecto . “La resolución es vaga, le faltan definiciones específicas, pero tiene el potencial de frenar todas las importaciones”, analizaban.
La resolución de AFIP detalla que los organismos estatales se pueden inscribir en estos controles “en función de su competencia en la materia considerando la naturaleza de la mercadería a importar u otras condiciones establecidas por los mismos o por la AFIP”. Así, la secretaría de Comercio podría revisar lo que se le ocurra (desde juguetes hasta autopartes), para cuidar el superávit comercial.
Además de que todo podrá ser revisado, hay dudas sobre los tiempos y ejecutores de esta medida .“La norma no dice nada sobre cuáles serán los organismos competentes para informar la aprobación o negación de una importación”, explicó Martín Clément, gerente general de una firma dedicada al comercio exterior. “Sólo dice que el Sistema María (de Aduana) exigirá el número de las declaraciones juradas anticipadas y verificará que esas declaraciones se encuentren validadas por todos aquellos a los que les corresponda intervenir”, agrega.
Varias empresas prefirieron no hacer comentarios hasta que se conozcan más detalles del sistema . Entre los fabricantes, había algunos atónitos –”no entiendo que están haciendo”–, otros que estaban más alarmados -”se complica todo el proceso productivo”- y hasta algunos que relativizaron el asunto . “Todo depende de cómo lo apliquen. Puede ser un trámite más o un dolor de cabeza”, dijeron.
La AFIP habilitará un micrositio dentro de su página para estas importaciones. En los 80, durante el gobierno de Raúl Alfonsín, rigió la “Declaración Jurada de Necesidad de Importación”. Bernardo Grinspun, por entonces ministro de Economía, la publicó hace 27 años, el 8 de enero de 1985.
La rama industrial de CAME le solicitó a Paglieri que se autorice la “importación de insumos, partes, piezas y materias primas en tiempo y forma a efectos de no interrumpir los procesos productivos que utilizan dichos elementos y que no son producidos localmente”. Tampoco hubo explicaciones adicionales por parte de la AFIP.
Fonte: Clarín.com.ar
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Porto do Rio Grande bate recorde em movimentação de cargas
Na movimentação por segmento de carga, o maior percentual é o de granel sólido com 18.411.360 toneladas. Em relação à carga geral e ao segmento granel líquido foram movimentadas 6.557.388 toneladas e 3.425.734 toneladas, respectivamente.
A soja em grão foi a mercadoria com o maior número movimentado (5.787.725 toneladas), com variação de 24,85% em relação ao mesmo período no ano de 2010. Os principais commodities exportados no período, além da soja em grão, foram o trigo, o arroz e o cavaco de madeira.
Porém, a mercadoria que apresentou o maior percentual de crescimento foi o arroz, com variação de 275,79% em relação ao ano anterior. Entre os principais destinos das exportações estão China, Espanha, Holanda, Japão e Algéria.
"Com a performance positiva da economia gaúcha e brasileira, o Porto do Rio Grande espera fechar o balanço do ano de 2011 com uma movimentação de 30,5 milhões de toneladas", avaliou o superintendente do porto, Dirceu Lopes.
Importação- Somando 5.904.853 de toneladas, a importação representou 20,80% da movimentação do porto gaúcho no período de janeiro a novembro de 2011. Entre as principais mercadorias importadas estão a ureia, o cloreto de potássio granulado, o fosfato cálcio natural, o ácido sulfúrico e o fosfato monoamônico granulado. Os principais países de origem das importações são Marrocos, Argentina, Lituânia, China e Estados Unidos.
Fonte: A Tribuna
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Portos paranaenses superam recorde anual de movimentação
Os portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, movimentaram mais de 38 milhões de toneladas de cargas de janeiro a novembro. De acordo com balanço divulgado pela Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), este volume já supera o recorde histórico de todo o ano de 2007.
Destaques- Os portos paranaenses também cravaram recordes de movimentação de alguns produtos. Caso da soja, cujas exportações chegaram a 6,7 milhões de toneladas em 2011, com volume 13% superior ao recorde anterior de todo o ano de 2003.
As exportações de açúcar superaram o recorde de 2010 em 4%, atingindo cerca de 4 milhões de toneladas em novembro. Outros recordes registrados pela Appa foram nas importações de fertilizantes, com 8,5 milhões de toneladas este ano, superando a marca histórica de 2007; e na movimentação de veículos, com 207 mil veículos movimentados até o mês passado e crescimento de 14% em relação ao volume histórico do ano passado.
Segundo a Appa, a receita cambial gerada pelas exportações de mercadorias também já atingiu recorde histórico: cerca de US$ 16 bilhões até novembro, valor 14% superior à marca histórica de 2008. De acordo com a administração portuária, a expectativa é que em 2011 os portos movimentem 41 milhões de toneladas de produtos.
Antonina- Somente o Porto de Antonina movimentou 1,3 milhão de toneladas até novembro, superando o recorde de 2004 em 25% e com um expressivo crescimento de 400% sobre 2010. “Estamos recuperando a movimentação de mercadorias em Antonina, usando o Porto como suporte ao de Paranaguá e trabalhando em diversos projetos para aumentar ainda mais a produtividade dos terminais lá instalados. A cidade já está sentindo os reflexos disso com a recuperação de empregos e movimentação da economia”, destaca Airton Vidal Maron, superintendente da Appa.
As exportações de açúcar superaram o recorde de 2010 em 4%, atingindo cerca de 4 milhões de toneladas em novembro. Outros recordes registrados pela Appa foram nas importações de fertilizantes, com 8,5 milhões de toneladas este ano, superando a marca histórica de 2007; e na movimentação de veículos, com 207 mil veículos movimentados até o mês passado e crescimento de 14% em relação ao volume histórico do ano passado.
Segundo a Appa, a receita cambial gerada pelas exportações de mercadorias também já atingiu recorde histórico: cerca de US$ 16 bilhões até novembro, valor 14% superior à marca histórica de 2008. De acordo com a administração portuária, a expectativa é que em 2011 os portos movimentem 41 milhões de toneladas de produtos.
Antonina- Somente o Porto de Antonina movimentou 1,3 milhão de toneladas até novembro, superando o recorde de 2004 em 25% e com um expressivo crescimento de 400% sobre 2010. “Estamos recuperando a movimentação de mercadorias em Antonina, usando o Porto como suporte ao de Paranaguá e trabalhando em diversos projetos para aumentar ainda mais a produtividade dos terminais lá instalados. A cidade já está sentindo os reflexos disso com a recuperação de empregos e movimentação da economia”, destaca Airton Vidal Maron, superintendente da Appa.
Fonte: Canal do Transporte
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Centros de distribuição organizam a logística e ajudam a cortar custos
| A fim de agilizar a produção e reduzir custos, as empresas de refeições coletivas têm apostado nos centros de distribuição, ou CDs. A Sodexo/Puras, uma das maiores no Brasil, tem 10 centros espalhados pelo país. O ganho em logística, com a entrega centralizada, é grande. Como atende regiões mais remotas, a logística para entrega da matéria-prima pode ser caríssima, afirma o diretor de marketing e comunicação José Antonio Martimiano. "Nosso grande diferencial é a CPDA - Central de Produção e Distribuição de Alimentos", diz Carlos Humberto de Souza, diretor-superintendente da paranaense Risotolândia. A CPDA é responsável pela logística de abastecimento dos restaurantes e responde por todos os setores relacionados a serviços e gestão de alimentos, desde a aquisição e preparo até a entrega. Além de centralizar as compras, a central produz as massas, pães e sobremesas e faz o pré-preparo de frutas, verduras e legumes. "Nossos investimentos são contínuos. Temos, em nosso orçamento, um percentual determinado ao longo dos anos para as melhorias de processos, compra de novos equipamentos e investimento em nossa área de logística", informa Souza. A Gastroservice também adquiriu um CD. Além disso, montou um box no Ceasa, comprando matéria-prima direto dos produtores. "Acabamos com os intermediários e reduzimos preços", afirma o proprietário Marcelo Basto Lima. A Cucinare, de São Paulo, conta igualmente com uma central de compras e distribuição. A Sodexo, sempre que possível, reformula os restaurantes onde trabalha. "Hoje, praticamente todos os projetos estão otimizados", diz Martimiano. Para dimensionar o espaço e fazer os projetos, a empresa conta com uma equipe de 14 arquitetos próprios. Os investimentos podem abarcar o salão e a cozinha, dependendo do tempo de contrato acertados. Fornos combinados, que unem tanto o convencional quanto o de microondas, são alguns dos equipamentos nos quais a Sodexo investe. Ele evita a perda de líquido do alimentos e é mais rápido, mas por seu alto custo, cerca de R$ 50 mil, praticamente só é adquirido por grandes unidades, afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc), Antônio Guimarães.. Além dos fornos, a Sodexo adota, quando possível, cook chill, que resfria alimentos pré-preparados para serem consumidos mais adiante. O seu uso, no entanto, ainda é parcial no Brasil, já que o paladar local exige alimentos preparados na hora. Não adianta tentar servir um feijão feito de véspera, já que é bastante complexo regenerá-lo, acertar o ponto do caldo, que fica mais seco, mais líquido ou mais espesso do que os clientes estão acostumados. "É um alimento muito característico, um item básico para não acertar" afirma Martimiano. "Se o arroz e o feijão estão bons, o cliente releva o resto." A Risotolândia investe na estrutura física de seus restaurantes. "Temos transformado antigos refeitórios em restaurantes e até em praças de alimentação, implantando serviços exclusivos, com padrão visual próprio", diz Souza.
Fonte: Valor Econômico
|
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O PROCESSO DE NEGOCIAÇÃO
A Negociação surgiu com o homem e está sendo aprimorada desde então. Usando como base o Egito que tinha como fonte econômica a agricultura, a negociação para a troca de alimentos e artigos artesanais por outras fontes de suprimentos o qual necessitavam eram procedimentos de extrema importância e foi realizado pelos povos egípcios em todos os momentos. Com a evolução do mercado e expansão de novos negócios através do mundo a tática vem se aprimorando e é considerada como principal pilar para a sobrevivência das organizações.
Autores: Maicon H. Oliveira/Helen de Freitas Ribeiro
Para que o processo de negociação seja satisfatório é fundamental uma série de cuidados e conhecimento profundo das principais necessidades dos clientes e também do produto a ser comercializado. Em nossos tempos atuais a figura representada como cliente está muito mais exigente e cabe ao vendedor ou representante entender as principais necessidades de seu cliente, facilitando a tomada de decisão. A comunicação, objetividade, credibilidade, coerência e conhecimento técnico do produto transmitem ao cliente segurança na negociação do contrato. É importante que haja um planejamento comercial e estratégico envolvendo toda a equipe interna, facilitando a comunicação entre todas as partes e processos que influenciam o fechamento da negociação.
O gestor responsável pela negociação das propostas deve treinar e capacitar sua equipe com o objetivo de promover segurança e agilidade no fechamento da negociação. Administrar o tempo é peça fundamental para se ter sucesso nas negociações e alguns pontos como definir lista de prioridades do dia, agenda de reuniões, ser mais objetivo na leitura de e-mail, respeitar a autoridade para que não haja conflitos, atentar-se às metas e visão da empresa, controlar e gerenciar informações, reuniões mais objetivas, treinamento e capacitação dos subordinados, organização com os papéis na mesa, avaliar as causas de possíveis problemas, qualidade no atendimento, etc., contribuem para a imagem da organização.
Embora o assunto seja polêmico e discutido em várias organizações e entidades de ensino, o processo para negociação ainda é falho em muitas organizações. A falha tem origem na falta de disciplina, treinamentos e capacitação da equipe quando se trata na gestão de processos comerciais como:
Ø Qualidade na prospecção de clientes
Ø Script de vendas correto
Ø Administração de tempo e processos comerciais
Ø Pré-venda e Pós-venda
Ø Processamento de pedido
Ø Controle e gerenciamento das informações
Ø Telemarketing
Ø Recepção
Ø Integração entre os departamentos
Entender as falhas e corrigi-las contribui para que as organizações se tornem mais competitivas e dinâmicas em nosso mercado atual, clientes buscam o tempo todo um diferencial entre seus fornecedores com a finalidade de também atender seus clientes. A competição não é algo que devemos temer, pode ser a oportunidade para encontrar brechas para que sejam preenchidas e tratadas.
Autores: Maicon H. Oliveira/Helen de Freitas Ribeiro
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Importação de máquinas e equipamentos sobe 10% no ano
Os importadores de máquinas-ferramenta e equipamentos industriais, que compõem o grupo dos chamados bens de capital, movimentaram cerca de US$ 2,4 bilhões em 2011, cerca de 10% mais que o ano anterior. O resultado é inferior a previsão da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas-Ferramenta e Equipamentos Industriais (Abimei), que projetava um crescimento de 15% a 20% para o setor, e ainda está aquém dos US$ 2,6 bilhões negociados nos três primeiros trimestres de 2008.
"O ano começou bem, mas sentimos uma diminuição nos negócios a partir de outubro", afirma Ennio Crispino, presidente da entidade. Segundo Crispino, os industriais estão apreensivos com o impacto da crise na Europa sobre a economia brasileira. "Houve uma desaceleração na atividade, porque ninguém sabe como o mercado vai se comportar", diz. Responsável pelo consumo de pelo menos 70% dos bens de capital importados, o setor automobilístico mantém as vendas "em ritmo aceitável", segundo Crispino, mas a produção de autopeças, parte importante da cadeia de clientes dos importadores de máquinas operatrizes, ainda sofre com a importação de componentes acabados, apesar das medidas de proteção previstas no Plano Brasil Maior. "O aumento do IPI para carros importados e a exigência de 65% de nacionalização das peças em carros nacionais abrem uma boa perspectiva para o setor de bens de capital, tanto nacionais quanto importados, mas qualquer reflexo só será sentido em meados de 2012", diz o presidente da Abimei.
Entre os segmentos representados na Abimei, o setor de máquinas para o corte e a conformação de chapas metálicas foi o que teve o melhor desempenho em 2011, com alta superior a 10%. São máquinas com alto valor agregado tecnológico e aplicação em variados ramos da indústria, desde o automotivo até o de petróleo & gás e geração de energia.
Escrito por DCI
"O ano começou bem, mas sentimos uma diminuição nos negócios a partir de outubro", afirma Ennio Crispino, presidente da entidade. Segundo Crispino, os industriais estão apreensivos com o impacto da crise na Europa sobre a economia brasileira. "Houve uma desaceleração na atividade, porque ninguém sabe como o mercado vai se comportar", diz. Responsável pelo consumo de pelo menos 70% dos bens de capital importados, o setor automobilístico mantém as vendas "em ritmo aceitável", segundo Crispino, mas a produção de autopeças, parte importante da cadeia de clientes dos importadores de máquinas operatrizes, ainda sofre com a importação de componentes acabados, apesar das medidas de proteção previstas no Plano Brasil Maior. "O aumento do IPI para carros importados e a exigência de 65% de nacionalização das peças em carros nacionais abrem uma boa perspectiva para o setor de bens de capital, tanto nacionais quanto importados, mas qualquer reflexo só será sentido em meados de 2012", diz o presidente da Abimei.
Entre os segmentos representados na Abimei, o setor de máquinas para o corte e a conformação de chapas metálicas foi o que teve o melhor desempenho em 2011, com alta superior a 10%. São máquinas com alto valor agregado tecnológico e aplicação em variados ramos da indústria, desde o automotivo até o de petróleo & gás e geração de energia.
Escrito por DCI
Assinar:
Postagens (Atom)













