segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Estados terão metas de exportação

O Ministério do Desenvol­vimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai desenvolver mapas estratégicos de embarques de produtos para o exterior, como parte da política para ampliar a base exportadora e incluir pequenos empresários na pauta da exportação brasileira. Dentro da nova política, que também inclui um Plano Nacional da Cultura Exporta­dora, os estados terão metas a serem cumpridas. As informações são da Agência Brasil.

Atualmente, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro respondem por 51% da pauta de exportação nacional. Outros 14 Estados têm menos de 1% de participação cada um.

De acordo com a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Pra­­­zeres, o maior alvo do programa são as micro e pequenas empresas. “Nosso desafio é aumentar o numero de empresas exportadoras, especialmente de menor porte. Para essas empresas é que esse esforço faz diferença. As grandes conhecem o caminho. A ideia é não ficar uma coisa perdida. Vamos além da apresentação de financiamento. Vai ter logística, capacitação, promoção, apoio e incentivo por meio de ações integradas”, declarou a secretária.

A primeira etapa para im­­­plantação do plano ocorre no dia 1.º de dezembro, com a apresentação das propostas de Mapas Estraté­gicos de Comércio Exterior e Planos de Ação da Cultura Ex­­­portadora feitas com as secretarias estaduais durante o Encontro de Comércio Exterior do Mercosul, em Curitiba.

A execução está prevista para começar a partir de abril, em 14 Estados que já têm propostas consolidadas. Entre eles estão: a Bahia, o Ceará, Goiás, o Rio Grande do Sul e a Paraíba. Outras nove unidades de Federação estão em processo de ajustes ou complementação de dados. O Plano tem ações até 2014.

Fonte: Gazeta do Povo

domingo, 20 de novembro de 2011

Orion cria sistema inédito de gerenciamento de escalas de navios

Sex, 18 de Novembro de 2011 09:25

A Agência Marítima Orion Ltda acaba de inaugurar um exclusivo sistema multimídia de gerenciamento operacional, administrativo e financeiro dos navios consignados à agência. Trata-se de uma ferramenta inovadora que disponibiliza conteúdo dinâmico, em tempo real, a todos os departamentos da empresa. O sistema possibilita aos operadores dos navios uma visão completa de todas as fases do processo de agenciamento, servindo como facilitador no gerenciamento das escalas dos navios, por meio de diversos módulos de informação e sistemas de alerta sobre tarefas a realizar e prazos a cumprir.

Desenvolvido a partir da tradicional ‘pedra’ou ‘quadro’de navios que durante décadas fizeram parte do dia-a-dia dos agentes, o novo sistema incorpora todo o processo do agenciamento, desde a nomeação do navio atéa conclusão financeira da escala, em uma plataforma de conteúdo dinâmico, gerada através de uma interface web, protegida por senha, e disponibilizada em monitores LCD 55”instalados nos escritórios da agência.

A ideia de desenvolver esse projeto inédito surgiu da necessidade constante de aprimorar a qualidade dos serviços prestados aos clientes da agência, minimizando as dificuldades relacionadas com a complexidade inerente às escalas e a burocracia dos procedimentos que envolvem as operações dos navios. Os novos desafios que estão sendo apresentados aos agentes marítimos, como a recente implementação do “Porto Sem Papel”e as atribuições das agências frente aos sistemas da Receita Federal, criaram a necessidade de integrar os departamentos dos escritórios da empresa a fim de facilitar a troca de informações e garantir segurança em todas as etapas do processo de agenciamento dos navios, através de um sistema especialmente desenvolvido para atender essas necessidades e dar mais agilidade e qualidade nos serviços prestados pela empresa. A Orion atua em agenciamento marítimo e operação portuária desde 1973, e conta com uma rede de 10 escritórios cobrindo a costa brasileira de Rio Grande-RS à São Luís-MA.

Fonte: Conexão Marítima

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Participação das exportações sobre o total da produção industrial brasileira cresce no terceiro trim.

A participação das exportações sobre o total da produção industrial brasileira apresentou elevação no terceiro trimestre deste ano. Na indústria geral (que compreende a extrativa), as vendas externas tiveram participação de 20,2%, um ponto percentual a mais que o registrado no mesmo período do ano passado. As vendas para o exterior da indústria de transformação totalizaram 17,1% da produção, 0,6 ponto percentual acima do terceiro trimestre de 2010. Os dados foram divulgados hoje (10) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na comparação do terceiro trimestre do ano com os três meses imediatamente anteriores, a expansão dos coeficientes de exportação foi menos expressiva, de 0,3 ponto percentual para a indústria geral e 0,1 ponto percentual para indústria de transformação.

De acordo com a Fiesp, a elevação da participação das exportações ocorreu devido ao crescimento das vendas ao exterior a taxas superiores a da produção industrial. Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, o crescimento das exportações da indústria geral foi de 5,3%, enquanto a produção cresceu apenas 0,1%. Para a indústria de transformação, a alta foi menor, de 3,2%, com crescimento da produção de 0,1%.
“A conclusão a que se chega é que a produção industrial para o exterior tem avançado, mas estagnado ou até recuado quando direcionada ao mercado interno do país”, diz, em nota, a Fiesp.

Em relação a participação das importações no consumo nacional, a compra de produtos da indústria geral e da indústria de transformação do exterior mantiveram trajetória de alta no terceiro trimestre de 2011. O coeficiente de importação (CI) da indústria geral chegou a 23,4%, alta de 0,7 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2010 e de 0,5 ponto percentual quando comparado ao trimestre imediatamente anterior. O CI da indústria de transformação foi de 22,3%, 0,8 ponto percentual maior que no trimestre anterior e 0,9 ponto percentual acima do registrado no mesmo trimestre de 2010.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Brasil será, ano que vem, o maior produtor mundial de biodiesel

Em 2012, o Brasil deverá ultrapassar a Alemanha na produção de biodiesel, se transformando no maior produtor mundial desse tipo de combustível. A previsão é do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, que participou na tarde de hoje (9) de uma audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado.

Segundo ele, apesar de ser considerado um sucesso, o programa de biodiesel brasileiro ainda tem desafios como a descentralização da produção e a ampliação da participação da agricultura familiar como fornecedora de matéria prima. “Nosso desafio é continuar crescendo com sucesso, mas de uma forma mais bem distribuída nos estados brasileiros e com maior participação dos pequenos produtores, especialmente nas regiões mais empobrecidas”, disse à Agência Brasil, antes da audiência.

De 2008 a 2011, a venda de biodiesel cresceu de 1,1 milhão de metros cúbicos (m³) para 2,6 milhões de m³. As regiões Centro-Oeste e Sul concentram o maior número de usinas. Em 2010, cerca de 100 mil agricultores familiares faziam parte do programa de biodiesel, mas, segundo Rossetto, a produção e a renda dessas famílias ainda não são satisfatórias.

Segundo Rossetto, o crescimento do programa de biodiesel depende do aumento da quantidade de biodiesel que é misturado ao óleo diesel mineral, atualmente na proporção de 5%, além do incentivo à exportação. Ele defendeu a atualização dos incentivos fiscais e tributários para o setor, assegurando apoio às regiões de menor desenvolvimento agrícola e social.

Rosseto também falou sobre o etanol, cuja produção e consumo estão em queda. Nos próximos dias, o governo deve anunciar medidas para estimular o setor. “As medidas já estão definidas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia. Imagino que até sexta-feira [11] ou segunda-feira [14] isso seja anunciado”. Além de financiamento para estocagem, também devem ser abertas linhas de crédito para estimular a renovação e expansão dos canaviais e para aproveitar a capacidade ociosa das usinas.

Fonte: Agência Brasil

Porto repassa operação de terminais ao setor privado

O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Airton Vidal Maron, afirmou ontem que pretende entregar à iniciativa privada a operação dos terminais públicos de álcool e de fertilizantes. O anúncio foi feito ontem, du­­rante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos na Assembleia Legislativa do Paraná. Aos deputados, Maron ainda fez duras críticas à gestão dos portos no governo Roberto Requião (PMDB).

Construídos na administração do peemedebista, os dois terminais enfrentam problemas técnicos e judiciais, que vão desde sua capacidade de armazenamento até a modalidade de licitação e exploração. “Os terminais foram feitos na contramão da história, que é a administração do porto sair da operação e deixar tudo para os privados. No país inteiro é assim: a operação é privada e a administração do porto é pública. Disso não abrimos mão”, afirmou Maron.

Revelando que a Appa deve lançar o edital de licitação no início do ano que vem, o superintendente disse que a melhor solução é entregar a operação dos terminais para a iniciativa privada. “O terminal de álcool tem vícios na obra. O de fertilizantes tem capacidade para 20 mil toneladas, enquanto um navio traz 40 mil toneladas. Então não tem muita utilidade”, defendeu.

Críticas- Maron afirmou que assumiu a Appa sem a credibilidade e o relacionamento necessários com os órgãos nacionais do setor, como a Agência Nacio­­nal de Transportes Aqua­­viá­rios (Antaq) e o Ibama. “Por isso ficamos fora do programa nacional de dragagem e nem sequer temos licença ambiental para funcionar”, justificou.

Além de avaliar a gestão de Eduardo Requião, irmão de Roberto Requião, à frente da Appa como “horrível”, Maron classificou o grande volume de ações trabalhistas herdado por ele como um dos principais desafios a enfrentar. Segundo ele, são cerca de 3 mil ações, cujo valor está estimado em R$ 630 milhões. A intenção do superintendente, que move, ele próprio, duas ações trabalhistas contra a Appa, é alterar a estrutura do quadro funcional da autarquia, que hoje tem cerca de 700 trabalhadores.

Fonte: Gazeta do Povo

Governo passa a exigir exame para despachantes aduaneiros

A experiência prática não será mais o principal requisito para atuar como despachante aduaneiro. A partir de agora, os profissionais terão que realizar duas provas objetivas, a serem aplicadas pela Receita Federal, para poderem exercer a profissão. Até então, o ajudante de despachante precisava de apenas dois anos na área para se tornar um profissional.

As novas regras foram publicadas pela Aduana no Diário Oficial da União (DOU), na última terça-feira. Além do exame, ficou determinado pelo órgão que o exercício das profissões de ajudante e despachante aduaneiro somente será permitido à pessoa física inscrita, respectivamente, no Registro de Despachantes Aduaneiros e no Registro de Ajudantes de Despachantes Aduaneiros, mantidos pela Receita Federal.

O registro deverá ser requerido pelos profissionais no prazo de até um ano após o resultado do exame de qualificação técnica. Os testes vão ser aplicados anualmente sob a orientação da Coordenação - Geral de Administração Aduaneira (Coana). Os detalhes das provas serão publicados no DOU no mínimo 60 dias antes da realização dos testes.
Anovas exigências, que buscam preparar melhor os despachantes, foram destacadas na tarde desta quarta no primeiro dia da 42 a assembleia da Associação Internacional de Agentes Profissionais de Aduana (Asapra 2011). O evento acontece até esta sexta no Parque Balneário Hotel, na Avenida Ana Costa, nº 555, em Santos.

Durante a sua apresentação, o subsecretário de Aduanas e de Relações Internacionais da Receita Federal do Brasil, Ernani Argolo Filho, abordou a necessidade de desenvolvimento e qualificação do profissional aduaneiro, incluindo os despachantes. Para o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e região - entidade responsável pela organização da assembleia - Claudio de BarrosNogueira, os novos requisitos foram uma importante conquista. Segundo ele, as mudanças sempre fizeram parte das bandeiras de luta da entidade. “Vamos garantir trabalhadores mais qualificados”, disse.

Fonte: A Tribuna

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS DE TRANSPORTES NA ECONOMIA

Basta comparar as economias de uma nação desenvolvida e de outra em desenvolvimento para enxergar o papel do transporte na criação de alto nível de atividade na economia. Nações em desenvolvimento têm, normalmente, produção e consumo ocorrendo no mesmo lugar, com boa parte da força de trabalho engajada na produção agrícola e porcentagem menor da população vivendo em áreas urbanas. À medida que  serviços de transporte mais baratos vão-se disponibilizando, a estrutura econômica começa assemelhar-se à de uma economia desenvolvida: grandes cidades resultam a partir de migração para os centros urbanos, regiões geográficas limitam-se a produzir um leque menor de itens e o nível de vida médico começa a elevar-se. Especificamente melhor sistema de transporte contribui para:
1°Aumentar a competição no mercado;
2°Garantir a economia de escala na produção;
3° reduzir preços das mercadorias.

Fonte de estudo (Ballow)